O mundo anda tão complicado… Tenho me questionado muito sobre para onde vamos? Para onde olhar? E por conta de um conflito, que supõe-se localizado mas acaba afetando o mundo inteiro, estou tendendo a acreditar que, para ter uma visão do futuro, é preciso olhar o passado!
E essa visão de “o futuro pelo retrovisor" parece ser o que norteia o novo Quasar Vision, lançamento recente de O Boticário. A fragrância reforça o DNA fougère da marca e traz a nova apresentação da linha Quasar, recuperando os vincos marcados, tão característicos, que destacam a transparência do frasco e o acabamento mentalizado da tampa, que volta a ser de encaixe. Os cantos arredondados garantem uma pegada muito mais ergonômica, orgânica.
Quase Vision tem a estrutura clássica de um bom fougère: abertura muito fresca, cítrica, corpo "roots", bastante aromático, com presença marcante de lavanda – se não tivesse, não seria fougère… – e base amadeirada, com musgo de carvalho, fazendo bonito.
Mas há três notas que eu quero destacar: gengibre, folhas de cúrcuma e ládano (ou cistus labdanum).
O gengibre, na saída, reforça o frescor dos cítricos e já apresenta um quê amadeirado – tom amadeirado que acompanha toda a evolução de fragrância em segundo plano. No corpo, as folhas de cúrcuma – que embora também conhecida como açafrão-da-terra, olfativamente, não tem nada a ver com o açafrão – dão um toque especiado e fortalecem, de leve, o aspecto amadeirado, já chamando a base, onde o ládano, muito discretamente, aquece, ou amorna, as madeiras sem, no entanto, comprometer o aspecto aromático da fragrância.
Juntos, esses três ingredientes contribuem na intensidade do frescor e maior tempo de permanência na pele.
Assim é possível dizer que Quasar Vision é uma fragrância que caminha para o futuro retornando as origens do Quasar original.
Quasar Vision olha para o futuro sem esquecer o passado. E você?


